Pages

domingo, 21 de novembro de 2010

So many things in the goddammit way...

Oh, Aliel, dear where have you been?
So near, so far, so in-between
What have you heard? What have you seen?
Aliel! Aliel! Please, Aliel!

Oh, tell us, are you big or small?
To try this one or try them all
It's such a long, long way to fall
Aliel! Aliel! Oh, Aliel!

How can you know this way not that?
You choose the door, you choose the path
Perhaps you should be coming back
Another day, another day
And nothing is quite what is seems
You're dreaming! Are you dreaming? Oh, Aliel!

Oh, how will you find your way?
Oh, how will you find your way?

No time for tears today. No time for tears today.
No time for tears today. No time for tears today.

So many doors, how did you choose?
So much to gain, so much to lose
So many things got in your way
No time today, no time today
Be careful not to lose your head
Remember what the Dormouse said, Aliel!

Did someone pull you by the hand?
How many miles to Wonderland?
Please tell us so we'll understand
Aliel! Aliel! Oh, Aliel!

Oh, how will you find you way?
Oh, how will you find you way?


------------------------------------------------

Faltam 13 dias pra mais um espetáculo. Serão aproximadamente 5/7 horas dividas entre dois dias, Mentira.

Serão muitas centenas de horas comprimidas num espaço curto demais, vai passar rápido e vai ser como as "coisas normais da vida" que sempre costumam me lembrar. A vida é assim mesmo.

Não tem muito mais o que dizer diante desse tipo de comentário.

É a vida.

E de repente perdi a vontade de escrever.

Na verdade não totalmente mas comecei a notar quão sem sentido esses tipos de comentários floreados a respeito das coisas são inúteis. É como se ... é como se toda tentativa de dar significado fosse desnecessária e vazia, uma tentativa em vão de exagerar as reais potencialidades das coisas. Muito melhor dizer tudo diretamente.

E a pior coisa já criada é a linguagem, a dança, o desenho, o corpo num curto e infinitesimal momento glorioso de vôo durante o salto. Quanta besteira.

O chão é o segundo seguinte e a realidade é a face fosca como um escudo de metal velho.

Poesia é para perdedores e pequenos resquícios de importâncias desnecessárias.


So they say, Aliel.

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Checklist Cabalística....

Show do Therion 3/10:
  • Quase 3 horas na fila contando aviões sendo paridos de nuvens carregadas *checado
  • Quibe requentado com limão (DELÍCIA! sério mesmo xD) *checado
  • Encontrar pessoas de Bauru (sério mesmo?! xD) *checado
  • Descobrir o que diabos é Doom Metal (diabos mesmo... mas o cara canta bem, droga!) *checado
  • Surtar muito *checado
  • SUAR muito *checado (roupas devidamente ensopadas, for real)
  • Empurrar e ser empurrado *checado
  • Encoxar e ser encoxado *checado
  • Ignorar solenemente pessoas tentando bater fotos o tempo TODO no meio do show *checado
  • Permitir-me ser uma fangirl alucinada e boba *checado
  • Sair pulando desesperadamente e tendo faniquitos ao som de Voyage of Gurdjieff *checado
  • Gritar usando técnicas vocais que aprendi no teatro pra não destruir (muito) minha garganta *checado
  • PARK VENUS PERSEPHONE \o/ *checado
  • Fazer intercâmbio de Glamour com as pessoas do palco *checado
  • Quase chorar ao som de Siren of The Woods *checado
  • Aproveitar a presença das Pessoas Mais Que Queridas que estavam comigo >< *checado
  • Não explodir quando tocou Ginnungagap *checado² (mas foi por um triz)
  • Ficar com vontade de ir de novo *checado com sucesso³
Want moar...
:3

quinta-feira, 30 de setembro de 2010

malditas sinapses

sonhos bizarros envolvendo linhas de trem, corridas de fusca... mas o pior foi me ver fazendo algo como isso:



nah, nem tenho a mínima pretensão de me comparar... mas foi triste na hora que eu acordei e me dei conta que eu estava sonhando T_T

terça-feira, 28 de setembro de 2010

Green Maid

GOING WODWO

Shedding my shirt, my book, my coat, my life
Leaving them, empty husks and fallen leaves
Going in search of food and for a spring
Of sweet water.

I'll find a tree as wide as ten fat men
Clear water rilling over its gray roots
Berries I'll find, and crabapples and nuts,
And call it home.

I'll tell the wind my name, and no one else.
True madness takes or leaves us in the wood
halfway through all our lives. My skin will be
my face now.

I must be nuts. Sense left with shoes and house,
my guts are cramped. I'll stumble through the green
back to my roots, and leaves and thorns and buds,
and shiver.

I'll leave the way of words to walk the wood
I'll be the forest's man, and greet the sun,
And feel the silence blossom on my tongue
like language.

--Neil Gaiman

-----------------------------------------------------

Tornando-se Wodwo

Abandonando minha camisa, meu livro, meu casaco, minha vida
Deixando-os, cascas vazias e folhas caídas
Indo em busca de comida e de uma nascente
De água doce.

Encontrarei uma árvore larga como dez homens gordos
Água limpa brotando de suas raízes cinzas
Encontrarei frutas silvestres, maçãs e avelãs,
E chamarei este lugar de lar.

Direi ao vento meu nome, e a mais ninguém.
A verdadeira loucura nos toma ou nos deixa no meio do caminho
da floresta por todas nossas vidas. Minha pele será
meu rosto agora.

Eu devo estar louco. A razão deixada com os sapatos e a casa,
minhas entranhas estão tensas. Eu cambaleio pela floresta
de volta às minhas raízes, e folhas, e espinhos e botões de flor,
e arrepios.

Deixarei o caminho das palavras para percorrer o bosque
Serei o homem da floresta, e saudarei o sol,
E sentir o silêncio brotando em minha língua
como palavras...

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

L. Darko

medo de responsabilidades, de pessoas, de perder pessoas, de brigar , de lutar por coisas, de não conseguir, de tentar,
estase e mediocridade, letargia, apatia, desânimo,
conformismo, comodismo, essas coisas que nos fazem em momentos bons e ruins
e no meio delas decisões

Psiu, não conte pra ninguém, mas isso não vai durar pra sempre :3

Deixe eles pensarem que controlam os wormholes, podemos mudar o que podemos ser e eles nem vão perceber.

E quando perceberem e descerem gritando das nuvens com suas espadas flamejantes cheias de verdades nós vamos virar as costas e ignorar todo o óbvio pra viver dos nossos deliciosos fatos transbordantes de realizações insigificantes e poderosas.

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

Do the Evolution

Sobre pessoas que fazem Arte

Essa semana meus alunos do 8º ano (antiga sétima série) terminaram o trabalho de Histórias em Quadrinhos. Pra minha "sorte" o tema compõe o Plano de Ensino da rede. Coloco essa sorte entre aspas principalmente por ser professora novata e sentir uma insegurança tremenda ao incluir algum tema que exija uma fuga do eixo aula expositiva-leitura-desenho.

Trabalhar com quadrinhos na aula de artes dá uma noção aos alunos de quão abrangente a própria disciplina pode e deve ser, incluir questões referentes a narrativa visual e construção de uma linguagem própria para o meio faz com que eles percebam como ocorre o processo de criação não apenas dos quadrinhos, mas também de outros processos artísticos.

A maior dificuldade esse ano (desenvolvi a atividade ano passado também, os resultados foram um pouco melhores apesar de ter sido a primeira vez) foi a criação de personagens. A maioria dos grupos se mostrou insegura/preguiçosa e sempre dava um jeitinho de "adaptar" desenhos e idéias de personagens já usados, no caso da preguiça, principalmente, o jeito foi baixar a nota.

Obstáculos a parte como feriados e jogos da Copa do Mundo, eles finalmente terminaram e entre sagas de vampiras adolescentes (vou dar um desconto, as meninas têm entre 13-15 anos xD), lutadores de artes marciais e super-heróis elementais ficam claras as vivências pessoais e gostos das diferentes turmas, mais ainda, a minha intervenção no sentido de elaboração e cuidado com a história desde o começo do ano pode não ter interferido diretamente na qualidade dos roteiros (ah esses benditos roteiros deram um trabaaalho @_@ ) mas interferiu na reflexão de muitos deles em relação a seus próprios gostos.

Estou sempre martelando pra eles que o interesse a respeito de nossas preferências nos faz refletir sobre os motivos de gostarmos de determinado assunto/música/história e conhecer mais a respeito de nós mesmos. Isso os deixa meio vidrados por estarem na idade da descoberta de si e os quadrinhos que saem como resultado expressam isso.

Houve uma euforia incrível pra reproduzir as capas de maneira fiel à de quadrinhos e mangás, com direito a código de barras, preço e editora, novamente com a minha orientação, mas sempre com algum toque inesperado (como a "Ed & Tora" do ano passado, fiquei orgulhosa do trocadalho :D ). Mais ainda, esse cuidado com detalhes demonstra que o trabalho pode e deve ser dividido entre os integrantes e não vai ficar só na mão de quem leva jeito pra desenhar.

Concluindo, o trabalho com quadrinhos em artes tem sido produtivo principalmente por possuir algo que o diretor da escola tem cobrado muito: o domínio do tema e da disciplina. Obviamente ainda há muito que eu posso evoluir, assim como sempre cobro dos alunos, mas ter segurança do que é desenvolvido transformou o trabalho de maneira gratificante para os próprios alunos.

Sem contar que é muito bom ouvir coisas como "Prô, eu nunca dei muita bola pra quadrinhos mas depois que a senhora passou isso eu comecei a ler umas coisas que eu achei lá em casa e nem sabia que era tão legal."

Essa menina encontrou alguns números das coleções Disney de uns 10 anos atrás e começou a ler... se não fosse tão necessário pagar meu aluguel eu até diria que esse é o verdadeiro pagamento do meu serviço :)

segunda-feira, 30 de agosto de 2010

As coisas que são, que foram e que vão ser

e daí eu fiz uma besteira.. eu comecei a ver fotos.
Aquelas fotos. Daqueles anos há não muito tempo.
E doeu doído.


E eu não quero mais escrever sobre isso.

Porque somos nós. Indissociável do que a gente se tornou depois.
Independente de qualquer paradigma e acima de qualquer suspeita.

Cada um sabe...

quarta-feira, 25 de agosto de 2010

Que negócio é esse?




que tem deixado os dias mais curtos, a coisa toda mais corrida,
transforma os prazeres em ânsias secas e pende a cabeça contra o macio do sono curto, insuficiente e cabido em sua necessidade restrita de descansar a âncora física, apenas?




Ela, voltou, velha de guerra, podre rottina... quisera fosse a dos rituais costumeiros, a segurança da certeza confortável de mim mesma, mas é apenas uma repetição cega de atos mecânicos e sobrevivência mantida em guarda-roupas. Não fosse a sem-vergonhice da minha arte teimosa, já teria vomitado todo sinal de significado diante dos atos cotidianos...


meine Stiftung...
.
.
.
.
.
.
.
.
.
.
.

Ih, credo, que overdose metafórica.

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

My Cartoon Hero

Eu achei isso e achei que merece um repost do meu flog pro meu blog xD porque sinceramente eu me surpreendo com as coisas que eu escrevia...

(sobre o Caio)
Meu Deus, como eu amo esse moleque... entre outras pq ele tem uma paciência putarda!
Se não fosse ele a Leila seria freira... mas acho que Deus virou e pensou,

Deus: o quê? Aquela ali, num convento? Pelo Meu amor, alguém tome uma providência!
Gabriel: Ahn...Senhor...tem um tal de Caio...
Deus: Ah...aquele que quer dominar o mundo.....
Gabriel: Esse mesmo...ele está pensando em seguir esse caminho também...
Deus: Ele quer virar uma freira?
Gabriel: ¬¬'
Deus: Estou brincando Gabriel! Onde está seu senso de humor?
Gabriel: Perdi na fuga do egito Senhor...
Deus: Mas enfim...se aquele ser quer virar padre então nós também precisamos agir... aquilo ali não serve nem pro...
Gabriel: SENHOR!!!
Deus: digo...caham...é óbvio que eles não podem ir pro convento porque foram feitos um pro outro!!!
Gabriel: Sei...sei..."

segunda-feira, 19 de julho de 2010

Every Little Thing

Atenção: Post absurdamente sentimental

Algumas músicas me dão cócegas nos átrios. Aquela sensação de quando se está com saudades, misturada com amor a primeira vista e chuva gelada de verão. Dão vontade de se apaixonar de novo, mesmo que seja pela mesma pessoa, uma coisa que só entende quem sente parece um pensamento idiota, mas muitas sensações são inepalavriáveis... Como um abraço, fofo, macio, quente, protetor, abraços são abraçantes. Fluváveis. Manhogantes. Como essa música do Police.

Every little thing she does is magic

Though I've tried before to tell her
Of the feelings I have for her in my heart
Every time that I come near her
I just lose my nerve
As I've done from the start
Every little thing she does is magic
Everything she does just turns me on
Even though my life before was tragic
Now I know my love for her goes on

Do I have to tell the story
Of a thousand rainy days since we first met
It's a big enough umbrella
But it's always me that ends up getting wet

Every little thing she does is magic
Everything she does just turns me on

Even though my life before was tragic
Now I know my love for her goes on

I resolve to call her up a thousand times a day
And ask her if she'll marry me in some old fashioned way
But my silent fears have gripped me
Long before I reach the phone
Long before my tongue has tripped me

Must I always be alone?

Every little thing she does is magic
Everything she does just turns me on
Even though my life before was tragic
Now I know my love for her goes on


Cibele e Mateus são propriedade RPGística de Leila e Caio. 2006/2007 :3


Dedicado à Tia Alice, amiga de esquisitices, surtos desenhísticos e crises da mesma natureza, questionamentos existenciais diversos e ponderações a respeito do universo dos bolinhos de chuva e a (única) maior fã LychnosXVysnia que já existiu xD
E esse foi feito rascunhadamente pra ela :3

*eles parecem dois mini-elfos xD

quarta-feira, 7 de julho de 2010

Diário da RPGCon

Fim de semana passado (3 e 4 de julho) aconteceu em Sampa a RPGCon, atual ponto de encontro de jogadores de rpg, mestres, gamers, eventuais cosplayers e jogadores de magic, entre outros exemplares de modalidades de entretenimento consideradas alternativas.

Fui apenas no domingo pois sábado rolou reunião na escola e eu sinceramente não estava afim de encarar uma viagem pra Sampa depois do serviço. Muitos blogs espalhados pela net descreveriam de maneira muito mais eficiente todas as facetas do evento mas pra mim ficaram marcadas duas ou três coisinhas a salientar neste meu muquifo cognitivo.

1) Eu não te conheço mas a gente fala a mesma língua.

Consegue achar? xD O lobisomem está de pé =P (Fonte: FaleRPG)


A melhor sensação do mundo é reunir debaixo de um mesmo teto centenas de outras mentes sintonizadas numa mesma frequência. Mesmo com tanta coisa pra ver e fazer, sendo que poderia haver mais opções e o pessoal de alguns grupos, fã-clubes e conselhos poderia explorar isso um pouco mais, ainda assim havia pequenas atividades pipocando por iniciativa até mesmo dos visitantes. E as mesas de jogo? Que delícia ver uma quadra escolar tomada por aqueles que por vezes eram excluídos delas na escola por falta de habilidade física. Nerds, estou falando de nós.

Não generalizando, mas a ligação me veio ao ver as cestas de basquete içadas e as traves de futebol retiradas pra dar lugar a mesas e mais mesas repletas de livros, dados e imaginação. É uma delícia jogar nos encontros.


2) Pequenos poderes também trazem grandes responsabilidades.

Acho que a principal mudança do Encontro Internacional pra RPGCon é uma questão de tamanho, espaço. Tanto físico como simbólico. A RPGCon parece ter aberto uma fresta de possibilidade para grupos menores ganharem seu espaço nestes eventos. Pode ser que no Internacional isso acontecesse mas havia tantas outras coisas mais chamativas que talvez esses pequenos grupos ficassem em segundo plano. Obviamente rolam prós e contras mas considero os prós mais numerosos. A Feira Medieval era um ambiente muito gostoso, simples mas com uma presença muito marcante; ficou mais prático cadastrar mesas e jogar. Isso fortalece a identidade do hobby, sem querer levar para lados muito sérios, mas é gostoso ver que o que você faz pra se divertir repercute de maneiras mais simples e não tão grandiosas, parecia que tudo estava muito em família e ao menos pra mim essa sensação é deliciosa.


3) Communication Breakdown.

Cara as pessoas queriam comprar, então porque alguns estandes (ok, quase todos) pareciam não querer vender? Digo isso porque além do local não estar visualmente agradável (ou dos próprios vendedores em alguns casos) os produtos... acabavam! Simples assim. Me pergunto se ano passado não valeu a pena levar material pra ser vendido, mas não é o que normalmente acontece já que a maioria dos rpgistas vê eventos assim como uma über possibilidade pra dar aquele tapa na coleção de livros, jogos e principalmente: Miniaturas ò.ó.

E o malfadado episódio de não aceitarem cartões, é difícil falar pois não fiquei sabendo de muita coisa, apenas de que não havia máquinas para tal ou, não havia sinal para funcionarem. Espero apenas que ano que vem se dê um pouco mais de atenção para esses pequenos pontos.


4) Fada sem Foto.

Cara... o último ponto é um BIG AWESOME EPIC FAIL da minha parte como artista, fotógrafa, maníaca incondicional por registros e filha do meu pai.

Esqueci de colocar a bateria da câmera pra carregar. E por isso acabei não levando a dita cuja, estou me remoendo de arrependimento até agora, fulíssima da vida, odeio ficar caçando fotos pela internet, e sinto como se estivesse usando um canudinho alheio quando pego fotos assim.

E tem outra, vc pode pensar que por não bater fotos eu pude sair nelas, fato, mas não achei muitas até agora.

Exceto as totalmente comprometedoras xD


É uma questão pessoal, não é o MEU olhar (sim, uma puta frescura de artista, me zoem), não fui EU quem teve o feeling pra bater aquela foto naquele momento e havia muitos outros que eu vi e que deveriam ter sido registrados, mas não foram porque eu sou uma incompetente relapsa e preguiçosa, esquecida como uma cabra e que até certo ponto estava desanimada pra ir. Prontofalei. Mas os motivos do desânimo não cabem aqui. Bati umas com o celular mas não é nem de perto a mesma coisa.


Forsaken, mano. Alocs. ><

Apesar dos pesares o saldo foi positivérrimo xD. Eu joguei Forsaken, fazia éons que eu queria jogar Mundo das Trevas, o grupo ajudou, o mestre ajudou, a aventura ajudou. Jogar no encontro é gostoso porque normalmente o mestre acaba se atendo a situações clássicas dentro do cenário ou título. E com aquele monte de gente em volta jogando também, bom como eu disse, a energia é diferente.

Gostaria muito de ter jogado com o pessoal do Reduto do Bucaneiro (eles jogaram Reinos de Ferro *.*), mas storyteller/telling sempre, SEMPRE vai gritar muito alto, ainda mais quando estou há muito tempo sem jogar xD

Reencontrei muita gente da Spell, conheci pessoalmente outros fofos e fofas de outros estados, foi maravilhoso fazer parte de tudo aquilo; comprei miniaturas legais, um colar com pingente de nós celtas :8, comi crepe suíço de chocolate e vi preparativos para uma guerra de dedo viking, tinha um plushie do Perry, O Ornitorrinco e eu descobri que Jethro Tull significa “creme de mandioca” em norueguês*.

Dias assim recarregam minhas baterias.


PERRY! O RPGista :D

Mas não tem fotos, a não ser aquelas roubadas por aí e as três do celular, que são essas, fora a do mictório misto xD mas ainda assim... :/ meh

*jethro tull não é "creme de mandioca" em norueguês, mas você não é idiota o suficiente pra discutir com um viking, ainda mais quando eles estão andando em grupo e tem machados xD

E que chegue logo 2011. Porque vai ser muito melhor.

terça-feira, 6 de julho de 2010

METAL!

...is the law.

sábado, 3 de julho de 2010

Madrugada Malogra e Paleta Molhada

Não consigo dormir cedo. É um fato.
Sabendo disso depois de dar boa noite pro Caio e soltar o Thor por quase uma hora (chinchilas precisam disso, aliás roedores de um modo geral) fiquei zanzando na internet e acabei colocando panos de pia pra lavar, comi um pedaço do bolo de chocolate batido à mão pela minha pessoa - fierce arms, maluco – e daí...
E daí? Era quase uma da manhã, sem um toco de sono. Inventei moda e comecei a mexer no warjack *.*


Tchaikovsky rolando loucamente no iTunes enquanto eu brigava contra a miniatura. Parece maluquice mas é muito gostoso sentar pra fazer essas coisas, depois de dar um tapa no visual da criança e quase me matar com aquela faca enorme de cozinha (que quase foi destruída no processo-e eu achando que podia estragar a miniatura, quando vi o corte da faca tava todo fodido e a miniatura inteira, pelo menos deu pra tirar as rebarbas) parei pra pensar na tinta e rever meus conceitos de material de trabalho.

A tinta... merece um palmface gigantesco, comprei a acrílica mas ela não pega direito, vai acabar saindo, fuça daqui e fuça de lá em sites e blogs acabo descobrindo a terrível verdade: não ia rolar pintar a mini só com o que eu tenho aqui hoje (escrever isso com o tema de Lago dos Cisnes é muito, muito triste xD). Preciso de base, preciso de cola com bico de aplicação, preciso de ferramentas para corte, preciso de amor, paciência e de um donut.
Mas nem tudo foi em vão, larguei o warjack na mesa, sozinho... e comecei a fuçar mais na internet sobre as minis e tintas e técnicas de pintura.

Pra quem não sabe essas miniaturas são de um jogo de tabuleiro com exércitos dentro de toda uma ambientação, cenário, história etc,(Quer saber mais? Googleia warmachine, warhammer, use seu google fu, caçarolas!) mas o que eu descobri hoje foi mais mágicko que isso.

É chamado de Wet Palette. Camelei muito em fóruns de miniaturas e apesar deles utilizarem estes termos e muitos outros com uma naturalidade medonha não achei nenhum tópico que listasse os nomes e as descrições. A Wet Palette é algo interessante e útil não só pra pessoas que curtem o hobby de pintar miniaturas, mas também artistas aleatórios como o Léderon... né, bixo xD (mas provavelmente ele já sabe disso...)
A tinta acrílica é uma tinta muito chata que seca muito rápido, a Wet Palette consiste em você literalmente enrolar uma folha de papel manteiga sem cera num material esponjoso de grossura média embebido em água e usa-la como paleta para misturar e espalhar as tintas.

Tutorial em inglês aqui.

Quando a tia Leila estiver menos chapada de sono (Sim, Sandman chegou! Finalmente) ela faz um tuto só dela pra vocês verem como ficou, esse tutorial aí de cima a moça disse que pode durar até uma semana com a tinta úmida. Mas espere, não é só isso! Ligando agora você também leva inteiramente grátis um descascador de morangos...
De qualquer maneira a Paleta Molhada ajuda muito na pintura com tinta acrílica, esse fim de semana vou encontrar o Smaug – vulgo Caio xD – e vamos deliberar sobre os materiais para pintar as minis, estou pensando seriamente em montar um exército e o RPGCon domingo com toda sorte de produtos rpgisticos e nerdisticos é um fator que pesa.

quarta-feira, 30 de junho de 2010

"Até mesmo um pé de nabo tem alguma coisa boa"


Hormônios. Eles nos deixam estúpidos.

Acho garotos que ficam secando um desenho de uma mulher gostosa feito só pra chamar atenção, uma coisa ridícula.

Acho tosco meninas que dão escândalo porque viram um tanquinho no filme de Crepúsculo.

Mas, alguém diz, são os hormônios.

Da mesma maneira que hoje temos garotas se deformando de diversas maneiras pra serem percebidas e não ficarem pra trás, mulheres se submetiam aos espartilhos na era vitoriana.Pelo menos os espartilhos corrigiam a postura :D

Orra, esse até eu queria xD

Por outro lado, quantos garotos não admitem gostar de uma garota normal, e são zoados por conta disso? ... É... quantos?... alguém aí gosta de garotas normais? *procurando*

Pobres garotos com altura abaixo da média de 1,90 e garotas que tem uma silhueta incorrigivelmente cheinha em pontos específicos.

Li um dia desses por aí que uma garota de verdade nunca vai ser melhor que um desenho porque o desenho pode ser o que você quiser. E esses garotos e garotas também são meus alunos. Eles e elas tem dificuldade pra fazer atividade algumas vezes não porque são sem-vergonha (não todos xD) mas porque na cabeça deles “sabem” que nunca vão ser bons o suficiente, têm medo de tentar porque não querem errar, isso apenas provaria sua inutilidade, se acham burros e feios, acham que não vale a pena se esforçar pra serem melhores porque as pessoas das quais eles gostam estão preocupadas demais sonhando com padrões.

E o ciclo se repete, eles se refugiam nos padrões e se recusam a perceber ao redor as pessoas de verdade, cheias de falhas e cheias de vida.

O erro todo começa cedo. Começa em casa. Se um dia eu for mãe minha maior preocupação vai ser com a autoestima daquela criatura. Porque amar a si mesmo é muito tenso e difícil, mas recompensador. Como toda relação vão haver brigas homéricas, quebração de pratos e alguém sempre acaba dormindo no sofá.

Sentir-se confortável consigo mesmo é um luxo. A mudança é inerente a nós mas certos aspectos nos fazem ser o que somos de fato.

O que será isso aqui? Um post de auto-ajuda? Uma crítica? Uma revolução?

Acho que é só um desabafo de alguém que sempre cansa do Padrão.Não que eu também não tenha meus padrões preferidos, mas isso nunca foi um fator decisivo no quanto eu gosto das pessoas. E deusa, como é difícil gostar das pessoas...