Pages

terça-feira, 28 de setembro de 2010

Green Maid

GOING WODWO

Shedding my shirt, my book, my coat, my life
Leaving them, empty husks and fallen leaves
Going in search of food and for a spring
Of sweet water.

I'll find a tree as wide as ten fat men
Clear water rilling over its gray roots
Berries I'll find, and crabapples and nuts,
And call it home.

I'll tell the wind my name, and no one else.
True madness takes or leaves us in the wood
halfway through all our lives. My skin will be
my face now.

I must be nuts. Sense left with shoes and house,
my guts are cramped. I'll stumble through the green
back to my roots, and leaves and thorns and buds,
and shiver.

I'll leave the way of words to walk the wood
I'll be the forest's man, and greet the sun,
And feel the silence blossom on my tongue
like language.

--Neil Gaiman

-----------------------------------------------------

Tornando-se Wodwo

Abandonando minha camisa, meu livro, meu casaco, minha vida
Deixando-os, cascas vazias e folhas caídas
Indo em busca de comida e de uma nascente
De água doce.

Encontrarei uma árvore larga como dez homens gordos
Água limpa brotando de suas raízes cinzas
Encontrarei frutas silvestres, maçãs e avelãs,
E chamarei este lugar de lar.

Direi ao vento meu nome, e a mais ninguém.
A verdadeira loucura nos toma ou nos deixa no meio do caminho
da floresta por todas nossas vidas. Minha pele será
meu rosto agora.

Eu devo estar louco. A razão deixada com os sapatos e a casa,
minhas entranhas estão tensas. Eu cambaleio pela floresta
de volta às minhas raízes, e folhas, e espinhos e botões de flor,
e arrepios.

Deixarei o caminho das palavras para percorrer o bosque
Serei o homem da floresta, e saudarei o sol,
E sentir o silêncio brotando em minha língua
como palavras...

Um comentário:

Leishmaniose disse...

Olá,

Muitooo booom, fadoca!

Bonanças.

Atenciosamente,
Leishmaniose

Postar um comentário